domingo, 23 de julho de 2017

Cinco Princípios Que Ajudam a Colocar o Passado na Perspectiva Adequada

Para entender nossa história, é preciso passar por um processo de aprendizado e descoberta capaz de fortalecer nosso testemunho, ajudar-nos a afastar as dúvidas, contar as melhores histórias, discernir a doutrina verdadeira e aprimorar nosso raciocínio. Entretanto, sem a perspectiva adequada, o passado pode ser uma fonte de confusão que enfraquece o testemunho e gera dúvidas.

Estes cinco princípios de Keith Erekson, diretor da Biblioteca de História da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, podem ajudar-nos a compreender o passado.

1. O passado não existe mais, só restam fragmentos. De nossa perspectiva, no presente, o passado basicamente se acabou. Contudo, restam-nos fragmentos do passado. Ao estudar os registros que restaram, precisamos ter em mente que não representam o passado completo.

2. Os fatos não falam, as pessoas que narram as histórias, sim. Como os fragmentos que restam do passado estão incompletos, há quem tente montar o quebra-cabeças para conseguir contar uma história. Temos sempre que levar em consideração quem contou a história, a forma como foi contada e o motivo pelo qual foi contada.

3. O passado é diferente do presente (e isso é normal). Ao tentarmos entender os fragmentos do passado e as histórias a seu respeito, descobrimos que a visão das pessoas do passado é diferente da nossa visão hoje. Todos os aspectos temporais da experiência humana mudam com o tempo, algumas vezes pouco, outras muito.

4. Os pressupostos atuais distorcem o passado. Como o passado foi diferente de nossa época, temos que tomar muito cuidado para não adotar pressupostos fundamentados em nossas ideias e nossos valores atuais. Muitas vezes as coisas que consideramos “os problemas do passado” não passam de pressupostos errôneos adotados no presente.

5. É preciso ser humilde para aprender a história. De nossa perspectiva presente, é claro que sabemos mais a respeito do resultado do passado do que as pessoas nele envolvidas, mas, ao mesmo tempo, sabemos muito menos sobre como foi vivenciar esse passado. É preciso humildade para admitir que não sabemos tudo, para esperar pacientemente por mais respostas e para continuar a aprender.

domingo, 9 de julho de 2017

"Saber exatamente onde bater com o martelo"

http://www.brasil.discovery.uol.com.br/tecnologia/maquinas-e-engenharia-navio-de-carga/

Um navio carregado de ouro, revestido de todo o cuidado e segurança, atravessava o oceano quando, de repente, o motor enguiçou.
Imediatamente, o comandante mandou chamar o técnico do porto mais próximo.

O técnico chegou de helicóptero e trabalhou durante uma semana, porém sem resultados concretos.

Chamaram então o melhor engenheiro naval do país. O engenheiro trabalhou três dias inteiros, sem descanso, mas nada conseguiu.

O navio continuava enguiçado.

A empresa proprietária do navio mandou, então, buscar o maior especialista do mundo naquele tipo de motor. Ele chegou, olhou detidamente a casa das máquinas, escutou o barulho do vapor, apalpou a tubulação e, abrindo a sua valise, retirou um pequeno martelo. Deu uma martelada em uma válvula vermelha (que estava emperrada) e guardou o martelo de volta na valise.

Mandou ligar o motor e este funcionou perfeitamente na primeira tentativa.

Dias depois, chegaram as contas ao escritório da empresa de navegação.

Por uma semana de trabalho, o técnico cobrou US$ 700.

O engenheiro naval cobrou, por três dias de trabalho, US$ 1.900.

Já o especialista, por sua vez, cobrou US$20,000 pelo serviço.

Atônito com esta última conta, o Diretor Financeiro da empresa enviou um telegrama ao especialista, perguntando: "Como você chegou a esse valor de US$20 mil por cerca de 1 minuto de trabalho e uma única martelada?"

O especialista, então, enviou as seguintes especificações, no cálculo dos seus honorários profissionais à empresa :

Por dar uma martelada .................................................. US$ 1
Por saber exatamente onde bater com o martelo ....... US$ 19.999

O que vale, na prática, não é dar a martelada, mas saber onde bater com o martelo. A martelada você pode até delegar para outro...".

Pense nisso: Quanto realmente vale saber exatamente onde bater com o martelo?

Autor Desconhecido